Dicas para Estratégia das Marcas

A Inteligência Artificial vai roubar nossos empregos?

Esse mês, a capital da Hungria ganhou o primeiro hotel controlado pelo smartphone do cliente. No KViHotel (Key Vision, vindo de ‘Visão para o Futuro’) os hóspedes controlam praticamente tudo pelo botão do celular: reserva, check in, escolha do quarto, ar condicionado, pagamento e até mesmo abrem as portas tanto do quarto quanto do próprio hotel.

Parece que o KViHotel dispensou algumas vagas de emprego em detrimento da tecnologia, não é mesmo? Mas a coisa não para no hotel. Segundo a Forrest, 7% da força de trabalho nos EUA será absorvida pela Inteligência Artificial até 2025. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, 65% das crianças que entram na escola primária hoje acabarão em empregos que atualmente não existem. E uma pesquisa realizada pela consultoria McKinsey mostra que 45% das atividades remuneradas de hoje podem ser completamente automatizadas no futuro.

Assustador? Depende. Em qual ramo de atividade você trabalha?

Logo que a Inteligência Artificial estourou (como tema, já que sua aplicação, principalmente no Brasil, ainda dá os primeiros passos), os mais afoitos foram rápidos em afirmar: a tecnologia iria acabar com milhões de postos de trabalhos. Passado o choque inicial e com uma maior reflexão sobre o tema entendeu-se que a tecnologia viria apenas para complementar o trabalho humano, ajudando a trazer uma melhor experiência para o consumidor, mas sem roubar o seu emprego. Agora, uma terceira onda parece apontar para o que de fato vem modelando o mercado: a tecnologia vai sim absorver algumas posições, mas irá criar novas formas de trabalho.

Cientista de Dados, Designer 3D, Designer de Interface, Especialista em Arquitetura em TI e API´s são algumas das profissões que estarão cada vez mais em alta. O avanço da tecnologia exige novas qualificações e é preciso estar atento aos rumos que o mercado está tomando para se manter atualizado.

Se você trabalha num call center fazendo atendimento ao cliente é possível que logo sua cadeira seja substituída por um bot, que irá atender o consumidor provendo, de forma eficaz, todas as informações que ele busca. Mas o bot é uma tecnologia nova, uma das aplicações mais comerciais da inteligência artificial e, para desenvolve-lo, são necessárias qualificações até então pouco conhecidas no mercado. Ou seja, fecha-se uma porta, mas abre-se uma janela de oportunidades. É só saber aproveitá-las e sua empregabilidade está garantida.

 

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