Dicas para Estratégia das Marcas

E a contra-tendência?

Identificamos uma tendência quando observamos a repetição de um movimento em vários lugares. Isso nos ajuda a entender o comportamento coletivo e tomar decisões que impactam nos produtos e serviços oferecidos pela marca.

No entanto, apesar de pouco se falar, precisamos também estar atentos à contra-tendência, um movimento iniciado por aqueles que questionam o comportamento da manada.

Algumas tendências começam como contra-tendências. Por isso, no momento de fazer o diagnóstico no planejamento de comunicação é importante estar atento a esses movimentos. Já falamos aqui sobre as tendências para 2017 e aqui sobre como identifica-las. Agora, vamos exemplificar o movimento oposto.

Os institutos de pesquisa e agências de notícias apontaram o uso de dados dos consumidores, para a entrega de produtos altamente personalizados, como uma forte tendência de mercado. Chamado de “Data Insights” esse movimento traz várias oportunidades para o marketing através do uso dos dados disponíveis.

Você já parou para pensar na quantidade de dados pessoais que são registrados em aplicativos, e-commerces, cadastros em sites de notícias, além dos cookies que armazenam dados de navegação? Algumas pessoas já e é por isso que está nascendo uma contra-tendência: os indivíduos incógnitos. Ela questiona a utilização desenfreada de dados pessoais e apresenta um novo modelo em que os indivíduos podem manter o anonimato e têm o direito de preservar seus dados.

O site Trendwatching, que apontou essa tendência que vai na contramão do movimento original, traz ainda alguns exemplos de marcas que saíram na frente e estão oferecendo serviços que têm como premissa o anonimato de seus clientes.

E qual caminho a sua marca deve adotar? Na verdade, não existe uma resposta certa. O importante é não parecer oportunista. Os consumidores estão cada vez mais atentos aos discursos das marcas e intolerantes com aquelas que não são autênticas e verdadeiras.

Por isso, a marca deve se envolver com causas que tenham a ver com o seu propósito, a sua verdade, a entrega dos seus produtos. Assim, é possível encontrar oportunidades que estão nascendo junto com os desejos dos consumidores e sair na frente se posicionando de forma inovadora frente aos concorrentes.

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Comentários (2):

    • Ana Paula Tabor Druszcz

      11 de fevereiro de 2017 em 11:55

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Por que as comunidades são importantes para as marcas?

Em fevereiro de 2017, o Facebook lançou um manifesto expressando seu desejo de “fortalecer nosso tecido social e fazer o mundo ficar unido”. Desde então, a plataforma tem redobrado esforços para criar e cultivar comunidades, sugerindo que seus usuários participem de diversos grupos de acordo com seus interesses. A recomendação não se restringe apenas ao ambiente on, mas ganhou a TV aberta com comerciais que trazem exemplos de como as pessoas podem se conectar às outras, com interesses similares, por meio do canal social.

Como definir palavras-chave

Estar nos primeiros resultados do Google é o objetivo de toda marca. O buscador é um verdadeiro portal para o mundo web, onde acontecem, diariamente 3,5 bilhões de buscas. Mas estar nesse seleto grupo só é possível de duas formas: com anúncios pagos (Google Ads) ou com uma boa estratégia de SEO. As duas formas exigem um planejamento de palavras-chave. Também conhecidas como “keywords” elas são a forma como o usuário vai encontrar o site da marca.