Dicas para Estratégia das Marcas

Sempre ouvimos falar que conteúdo é o que importa. Será mesmo? Não vamos desprezar a importância do conteúdo, ele é o core do planejamento. Mas, eu diria que a forma é tão importante (ou até mais!) que o conteúdo. Duvida?

Então experimente apresentar um planejamento sem o cuidado de “embalá-lo” bem e o resultado pode mostrar na prática o quanto cuidar da forma é importante.

Algumas dicas podem ajudar nesse processo:

– O planner precisa pensar na forma visual de apresentar as informações. Isso não quer dizer que você precisa fazer a entrega como um designer, mas tem que avaliar o peso e a hierarquia das informações, imagens que deem suporte ao que está sendo dito, conteúdo que possa ser explicado em bullets ou outros recursos gráficos, utilização de ícones para exemplificar itens de forma visual e o ritmo de apresentação do conteúdo. Isso vai ajudar a construir o raciocínio do seu interlocutor e dar cadência ao planejamento.

– Não importa se você trabalha com Keynote, Power Point, Prezi ou outro programa de editoração, eles são apenas ferramentas e, com um pouco de criatividade, é possível criar coisas bem legais. Se tiver um tempinho sobrando no cronograma para a entrega final vale pedir a ajuda da Criação para melhorar ainda mais o visual do plano. Mas atenção: isso não tira a sua responsabilidade de pensar na forma visual, não adianta entregar um plano em Word para eles!

– Pense no storytelling: qual a história que você quer contar? Se coloque no lugar do seu interlocutor, avalie qual a linguagem que ele está acostumado e considere conduzir o planejamento contando uma história que faz um paralelo com o negócio dele. Por exemplo, para uma joalheria, seria interessante apresentar o plano tático separando as ações em diamante, ouro e prata de acordo com a sua relevância para o negócio.

– É importante avaliar como você vai conduzir o conteúdo do plano de forma que as informações vão se completando, em alguns momentos trazendo detalhes e em outros surpreendendo com frases curtas e de impacto. A narrativa deve guiar o interlocutor de forma natural para as conclusões.

– Sempre vale lembrar: não é hora de contra-briefing! O planejamento deve trazer informações novas para o cliente, não abra a apresentação contando o que ele já sabe, tente surpreende-lo desde o início.

Forma e conteúdo se completam no planejamento como queijo com goiabada. Não menospreze um em detrimento do outro. Um bom planejamento de comunicação precisa considerar essas duas vertentes para ser consistente.

 

Créditos da foto: https://goo.gl/GQ1DIq

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