Dicas para Estratégia das Marcas

Inbound Marketing Parte 1: As Etapas do Funil

Muito se tem falado sobre Inbound Marketing nos últimos tempos. A estratégia, que é a queridinha da vez, garante resultados por meio de esforços mais focados. Enquanto as ações tradicionais de marketing podem parecer intrusivas, o Inbound empodera o consumidor e torna a marca disponível para que ele feche negócio no momento em que estiver pronto.
Esse modelo conquistou marcas de diferentes segmentos e, principalmente, aquelas em que o consumidor passa por uma longa jornada de compra, fazendo pesquisa e analisando as opções disponíveis no mercado antes de tomar uma decisão.

Agora, vamos conhecer o que caracteriza uma estratégia de Inbound Marketing e nos próximos textos, levantar os principais pontos para planejar ações com esse foco e algumas dicas práticas para a sua gestão.

Primeiramente, precisamos entender que uma ação de Inbound Marketing é caracterizada por dois fatores: conversão de visitantes em leads e automação da comunicação. O Inbound também é conhecido como Marketing de Atração ou de Permissão justamente porque atrai o usuário e pede alguns dados e a permissão para manter contato em troca de um conteúdo relevante. Ou seja, o usuário está no controle, por isso ele não é uma ação de marketing invasiva como as mais tradicionais. E, uma vez que o usuário se transformou em lead (passou seus dados e deu permissão para a empresa manter contato) a marca passa a automatizar o conteúdo que chega a esse lead, sempre respeitando o seu interesse.

A estratégia de Inbound Marketing é construída num funil que, basicamente, se divide em 4 etapas:

1. Atrair: nessa fase, a marca tem o objetivo de transformar estranhos em visitantes. Ou seja, ela quer atrair pessoas para a sua página e, para isso, divulga que tem um conteúdo interessante disponível. Além de contar com apoio de mídia e divulgação nas redes sociais, ter uma estratégia de SEO é muito importante nessa fase, já que o usuário vai encontrar o conteúdo que está buscando fazendo pesquisa com palavras-chaves.

2. Converter: na segunda fase do funil a ideia é converter as pessoas que chegaram na landing page em leads. E, para isso, a marca pede os dados do usuário como moeda de troca para lhe dar acesso ao conteúdo oferecido. Por isso, o conteúdo funciona como uma isca que atrai e converte estranhos em visitantes e depois em leads.
O consumidor sabe que seus dados são importantes, então ele só vai trocá-los por algo que dê valor. Nessa fase são usados formatos de conteúdo como e-books, simuladores, calculadoras e vídeo-aulas que tragam informações ricas e que ajudem o consumidor a resolver seu problema. Lembre-se: o usuário não está interessado em um produto, mas sim em encontrar alguma solução para um problema que está passando.

3. Fechar: depois que o usuário se cadastrou para ter acesso ao conteúdo ele passa a ser nutrido com informações que são relevantes para a sua etapa na jornada de compra. Nessa fase, se busca transformar leads em clientes e, para isso, é importante disponibilizar conteúdo que seja relevante para o usuário de acordo com a etapa em que ele se encontra. Mas como a marca sabe isso? Na verdade é bastante simples, pois o conteúdo que o usuário consome mostra no que ele está interessado e em que fase da jornada de compra se encontra. Por isso, é fundamental não apresentar o produto ou serviço da marca antes que o lead esteja disposto a fechar negócio. Se ele ainda está tentando entender o seu problema não faz sentido oferecer um produto que ele nem sabe que precisa. Mas, quando está fazendo pesquisa e tentando comparar as soluções disponíveis no mercado é hora da marca oferecer seu produto e se colocar a disposição para ajudar. Um lead envolvido com a marca tem muito mais chances de fechar negócios que um usuário que acabou de ser impactado. Por isso, o conteúdo é uma ferramenta tão importante em todo o processo de Inbound Marketing.

4. Encantar: o envolvimento com o cliente não acaba quando ele fecha negócio, pois além de se tornar um cliente fiel, ele pode se transformar num promotor, ajudando a gerar ainda mais negócios para a marca.
Nesse momento, experiência é fundamental. E, para isso, além de prestar um bom serviço, a marca deve procurar superar as expectativas do cliente, entregando mais do que ele estava esperando. A construção de confiança é importante durante todo o funil, mas quando o cliente fecha um negócio sua expectativa está ainda maior, então ter colaboradores realmente engajados com a satisfação do cliente é fundamental.

O Inbound Marketing é uma estratégia muito assertiva porque oferece o produto certo, para a pessoa certa na hora certa, mas deixa cada etapa nas mãos do consumidor, não se tornando invasiva como o marketing tradicional. Por isso, ela é cada vez mais usada por empresas que buscam esforços mais focados e melhores resultados. No próximo texto vamos falar sobre os principais passos para planejar uma estratégia de Inbound Marketing. Não perca 😉

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Inbound Marketing parte 2: como planejar os principais passos

O último texto abordou as etapas do funil de vendas e como a marca deve atuar em cada passo da jornada do consumidor. Mas o que é importante na hora de construir uma estratégia de Inbound Marketing? Esse modelo tem inúmeras vantagens e antes de implantá-lo é preciso planejar alguns passos.

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