Dicas para Estratégia das Marcas

O poder dos micro influenciadores

O meio digital facilitou de muitas formas o processo de compras para o consumidor final. Descobrir a reputação de uma marca, identificar as falhas de um serviço ou produto ficou fácil e rápido. Nessa onda começaram a surfar os influenciadores digitais. Um profissional que ganhou grande relevância na estratégia das marcas.

Os grandes influenciadores começaram a atuar no meio digital de forma tímida expondo suas opiniões sobre determinado assunto. Aos poucos, graças a qualidade e relevância de seu conteúdo, ganharam prestígio e desenvolveram uma legião de seguidores.

As marcas, enxergando essa mina de ouro, passaram a buscar parceria com esses profissionais para divulgar seus produtos e assim impactar um público altamente engajado com o tema a que eles se dedicam. Estratégias com influenciadores ganharam status no planejamento de comunicação e sua escolha passou a considerar o alcance da mensagem (o tamanho da base de seguidores), a qualidade do conteúdo produzido e o perfil do público seguidor.

Fato é que quanto mais relevância e seguidores os influenciadores ganhavam mais começaram a ser disputados pelas marcas. Ou seja, passaram a trabalhar, quase que exclusivamente, pelo formato de Publieditorial, sendo pagos para falar bem de um produto. Com isso, começaram a perder bastante relevância para os seguidores, pois viraram mais um canal tradicional de mídia, falando bem de uma instituição que os paga para isso.

Nesse contexto, um novo modelo começou a chamar atenção no mercado: os micro influenciadores. Não há consenso sobre o tamanho da base de seguidores dessas pessoas, mas é fato que o alcance é muito menor que o dos influenciadores. Por outro lado, a confiabilidade é um fator chave. Como geralmente são pessoas comuns, que têm trabalhos paralelos e não vivem da fama das redes sociais, os seguidores se identificam com elas. Além disso, tratam de assuntos de nicho, sendo bastante reconhecidos em seus meios como referência no tema, o que atrai um público altamente segmentado.

Estima-se que no Brasil existem, aproximadamente, 250 mil micro influenciadores. Pesquisas indicam que há uma relação inversamente proporcional a base de seguidores X engajamento. Ou seja, quanto menor a base de fãs mais engajada ela é. Assim, o micro influenciador passou a ser o queridinho da vez. A questão é como encontra-lo, já que ele não se destaca como o influenciador e a celebridade, não têm agente e geralmente atua em nichos tão específicos e em pequenas comunidades que fica difícil identifica-lo.

Uma coisa é certa: os micro influenciadores devem passar a ter cada vez mais relevância e espaço na estratégia das marcas. E isso nos mostra, mais um vez, que autenticidade, transparência e confiança são formatos que nunca saem de moda para o consumidor.

 

Designed by Freepik

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Por que as comunidades são importantes para as marcas?

Em fevereiro de 2017, o Facebook lançou um manifesto expressando seu desejo de “fortalecer nosso tecido social e fazer o mundo ficar unido”. Desde então, a plataforma tem redobrado esforços para criar e cultivar comunidades, sugerindo que seus usuários participem de diversos grupos de acordo com seus interesses. A recomendação não se restringe apenas ao ambiente on, mas ganhou a TV aberta com comerciais que trazem exemplos de como as pessoas podem se conectar às outras, com interesses similares, por meio do canal social.

Como definir palavras-chave

Estar nos primeiros resultados do Google é o objetivo de toda marca. O buscador é um verdadeiro portal para o mundo web, onde acontecem, diariamente 3,5 bilhões de buscas. Mas estar nesse seleto grupo só é possível de duas formas: com anúncios pagos (Google Ads) ou com uma boa estratégia de SEO. As duas formas exigem um planejamento de palavras-chave. Também conhecidas como “keywords” elas são a forma como o usuário vai encontrar o site da marca.